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UMA SERVIÇAL PARA TODOS OS SERVIÇOS - 2
AUTOR - DINHO
No conto anterior narrei como dona Beth, ou melhor, dona Elizabeth, uma senhora de trinta anos, casada, mãe de duas meninas, morena, cabelos pretos, na altura dos ombros, uma bunda digna de punhetas homéricas, peitos pequenos e uma boca carnuda, me deliciou com sua maravilhosa boca, me deixando exausto, porém com um pouquinho de quero mais.No sábado, como sempre, não haveria expediente na empresa, porém, como ela trabalhava na limpeza, disse que precisaria fazer uma faxina geral, já que teria que terminar um serviço que tinha iniciado e não dava para fazê-lo durante o expediente normal. Disse isso me dando uma piscadinha e um sorrisinho safado.No sábado pela manha, acordei, tomei um banho e segui com destino a empresa, não sem antes passar em uma farmácia e comprar alguns preservativos, já imaginando o que poderia acontecer. Aproveitei também e comprei um lubrificante, já com segundas e terceira intenções, com a bunda de dona Beth.Cheguei ao escritório e entrei, dona Beth estava na cozinha, fazendo um cafezinho, pois disse que sabia que eu gostava e que logo levaria a minha sala.Em alguns minutos ela chegou, e eu pude conferir seu corpo sem o uniforme da empresa. Estava com um vestidinho estampado, que ia até o meio de suas coxas que eram grossas (segundo ela devido à dança, que adorava). Quando me serviu, abaixou a minha frente e pude ver os seios, pequenos, deliciosos e com os biquinhos durinhos. Ela deu a volta na mesa e abriu parte das persianas, segunda ela, pra entrar um pouco de luz natural no ambiente. Girei na minha cadeira e pude apreciar bem sua bunda, grande e aparentemente durinha (o que vim a confirmar logo depois), porém o que me chamou a atenção foi o sinal da calcinha, na lateral do vestido e, pela altura da mesma, era uma fio dental e estava toda enterrada na sua bunda.Perguntei a ela se não tomaria o café comigo e ela disse que não...que preferia o leitinho dela...foi se achegando perto de mim… dona da situação, empurrou a cadeira próximo a parede, sentou-se no meu colo e encostou seus lábios nos meus...

...beijei aquela boca, enroscando a minha língua na dela... aproveitei e fui fazendo um reconhecimento detalhado daquele corpo...passando minhas mãos sobre o vestido e tocando cada pedacinho dele… sentido a sua respiração ficar mas rápida... quando cheguei em sua bunda apertei com força e ela soltou um gemido delicioso...Ergui seu corpo e o deitei sobre a minha mesa, jogando tudo o que estava sobre ela no chão... levantei seu vestido e vi uma calcinha mínima... vermelha, com detalhes em renda... mostrando uma pequena mancha no fundo, já denunciando a sua excitação.

Puxei a calcinha de lado e lambi aquela xaninha lisinha, chupei gostoso, colocando dois dedos dentro dela e girando para os lados, senti a mulher ficar louca, gemer mais alto e gozar gostoso. Apaguei a luz da sala, deixando somente a claridade externa que vinha da rua, tirei seu vestido e a coloquei de joelhos abaixando a seguir minha calça e minha cueca junto... bati com meu pau, já super duro, na sua cara... ela abriu a boca e eu coloquei ele dentro... que boca deliciosa...

ela chupava ele todo, babava, lambia... mas eu ainda não queria gozar... sentei na minha cadeira... coloquei a camisinha e ela veio… puxei sua calcinha de lado... pincelei na entrada de sua xana e fui colocando bem devagarzinho... ela estava de costas pra mim e quando meu pau entrou todo, ela parou e começou a rebolar... como mexia gostoso aquela mulher... Rebolada gostosa com meu pau todo atolado na sua xaninha... apertei seus peitos pequenos e mexi nos seus bicos...ela começou a aumentar o ritmo da rebolada… toquei seu clitóris com a minha mão e a mulher enlouqueceu, começou a gemer e a pedir rola... E começou a cavalgar gostoso no meu pau... Subindo e descendo... eu sabia que não aguentaria muito tempo... e ela percebendo isso, levantou-se, e voltou a sentar nele...só que desta vez de frente...

vi que ela estava pra gozar... segurei mais um pouco e ela gozou melando minhas bolas... segurei sua cintura e meti forte... durante mais alguns poucos minutos, porem o suficiente para que gozássemos juntos... ela deixou seu corpo cair no meu... e com a nossa respiração voltando ao normal disse que queria mais. Demos um tempo, conversamos sobre banalidades, onde ela disse que o marido já não lhe dava mais tanta atenção depois do nascimento dos filhos e que ela estava muito carente, pois adorava sexo. Foi falando e sempre acariciando o meu pau, que aos poucos voltou a dar sinais de vida... ela vendo aquilo não pensou duas vezes… desceu sua boca e voltou a chupar meu pau...
agora com calma... lambendo a cabecinha... passando a língua, ora colocando a cabeça na boca, hora engolindo ele e apertando meu saco... quando ele já estava duro novamente, lhe passei um preservativo que ela colocou nele... ficou de quatro no meio da sala, com o rosto virado para as vidraças e com cara mais safada do mundo disse: “Vem, mata minha vontade, me fode gostoso... mete seu pau em mim e apaga meu fogo... você não queria transar aqui pertinho da janela… então vem....”. Fui por traz dela e coloquei meu pau... ela deu uma reboladinha e ele deslizou pra dentro... já estava com tesão, a safada… meti na sua bucetinha bom cadenciado, curtindo o momento... e percebi que quando fazia bem devagarzinho, ela ficava mais louca...

comecei a bombar gostoso e ela gozou... continuei fudendo aquela bocetinha e a mulher foi ficando louca, girou a cabeça e pediu pra eu meter tudo, pra chamar ela de puta, de vadia, pra bater na bunda dela… aproveitei aquele momento de tesão... passei os dedos perto de sua xaninha... recolhi um pouco do seu caldinho e pressionei a entrada de seu cuzinho... ela parou...olhou novamente pra mim e rebolou gostoso... fui metendo meu dedo e tirando... sua pele ficou arrepiada.... Alcancei o lubrificante que estava no chão... espalhei um pouco no seu cuzinho e forcei dois dedos...ela gemeu mais alto... e perdeu as estribeira de vez... pediu pra eu comer seu cu... pra eu arrombar seu cu... tirei meu pau de sua xana e coloquei na portinha de seu cu... forcei um pouco e ela deu uma rebolada...
tirei… coloquei mais lubrificante e voltei a forçar de novo... senti a cabeça deslizando pra dentro... parei um pouco, pra ela se acostumar, porém nem deu tempo pra isso... ela veio com aquela bunda deliciosa pra traz e engoliu meu pau... nossa que cú delicioso... tive que respirar, para não gozar logo de cara... esperei um pouco, com ela rebolando no meu pau e iniciei um entra e sai lento, cadenciado... a coisa foi esquentando e a Beth já gritava de tesão... pedia pra eu meter forte que ela queria gozar pelo cú... meti forte...

segurando suas ancas e ela gozou. Tirei meu pau, a levei novamente pra cima da mesa e a deitei de barriga pra cima... pus suas pernas em volta de meu corpo e meti de novo no seu cuzinho… agora com um pouco de liberdade pra mexer em sua xaninha com meus dedos... metia forte... sentia meu pau doer de tanto tesão...ele começou a pulsar, avisei que iria gozar... que não aguentava mais... gozei muito...Ficamos no escritório até perto do meio dia, quando fomos embora... mas antes de sairmos, a Beth, gulosa como ela, ainda chupou meu pau deixando ele sem uma gota de leite naquele dia... como disse antes, tivemos muitas aventuras ainda e até hoje continuamos tendo.
TRANSA NO ESTÁBULO COM A ADMINISTRADORA
AUTOR - DINHO
Terça-feira, véspera de feriado, sou designado para fazer vistoria em uma lavoura do qual a empresa que eu trabalho esta negociando. Quando vejo qual a área ja me da um arrepio na espinha, pois pelas informações preliminares, a administradora propriedade, dona Samanta, que estará acompanhando a vistoria, tem fama de arrogante e prepotente.

Por volta de 11hs, pego o veículo da empresa e vou em direção à fazenda. Percorro alguns quilómetros e entro em uma estrada de chão... à medida que vou avançado, a paisagem vai mudando, com muitas árvores algumas serras e um rio cortando ao fundo. Avisto de longe a propriedade e me dirijo a entrada da mesma, cortada por grandes pés de eucaliptos, indo ate a casa da sede, onde já vejo uma mulher parada na porta .
Desço do carro e observo aquela mulher, uma morena relativamente alta, com os cabelos pretos presos, uma calça jeans colada ao corpo, delineando umas coxas grossas e mostrando uma bunda empinada e redonda e uma camisa de botão branca , deixando o inícios de seus peitos a mostra, com óculos vermelho e botas pretas de tamanho relativamente grandes, a vista.
Samanta:
-Bom dia, você é o Paulo?
-Bom dia, você é o Paulo?
Paulo:
- Sim, você e a Samanta?
Ela cumprimenta secamente
- Sim, você e a Samanta?
Ela cumprimenta secamente
Samanta:
- Bom, Paulo, gostaria de adiantar o serviço e já fiz o relatório que vai precisar.
- Bom, Paulo, gostaria de adiantar o serviço e já fiz o relatório que vai precisar.
Paulo:
-Samanta, antes de ler o seu relatório gostaria de conhecer a fazenda, pode me mostrar a propriedade?
-Samanta, antes de ler o seu relatório gostaria de conhecer a fazenda, pode me mostrar a propriedade?
Ela me olhou e deu um meio sorriso, dizendo:
-É lógico1
-É lógico1
Ela entrou no carro e indica o caminho a ser seguido para iniciarmos o trabalho. O seu perfume é gostoso... procuro puxar conversa, olhando disfarçadamente para as suas pernas, mas suas respostas são monossilábicas, sem dar brechas para continuarmos o assunto. Elogio os cuidados na fazenda, à medida que vamos andando, pois tem muito a fazer ainda.
Paulo:
- Samanta, sei que é uma pessoa ocupada, se me permite te chamar assim, mas hoje você vai ter que ter um pouco de calma, pois ficará à minha disposição durante essa vistoria. Ela ficou sem reação.
- Samanta, sei que é uma pessoa ocupada, se me permite te chamar assim, mas hoje você vai ter que ter um pouco de calma, pois ficará à minha disposição durante essa vistoria. Ela ficou sem reação.
Chegamos na parte mais distante da fazenda, descemos do carro e vejo aquela bunda desfilar na minha frente, estou tão perdido em meus pensamento que começo a ficar excitado,. Quando ela se vira bruscamente olha pra mim e o prendedor do cabelo dela se solta , eu pego e falo que ela ficava mais bonita de cabelo solto ( na minha cabeça pensei: ela vai me matar ) mas para minha surpresa ela disse obrigado deixando os cabelos soltos.
Andamos mais um pouco e ela me pega com os olhos colados na sua bunda e alisando meu cacete sob a calça. Me olha com olha desaprovador, fecha a cara e amarra o cabelo e resmunga:
-Todos iguais .disse ela ..
-Todos iguais .disse ela ..
Finalizamos o trabalho naquela parte e quando entramos no carro ela não fala nada. Peço desculpas pela minha atitude e ela diz que homens são todos iguais, nenhum valem nada e que só pensam em sexo e que ela já estava acostumada com aquilo, voltando a ficar com a cara amarrada. Definitivamente, aquela mulher estava mexendo comigo, não sei se pelo seu cheiro, pelo seu jeito duro, mas tinha que ter aquela mulher. Páro o carro e ela com ar interrogatório me pergunta porque paramos, reforço o pedido de desculpas e convido ela pra jantar comigo na vila próxima a fazenda. Com ar de raiva, disse que tudo bem, pedindo em seguida que a deixasse na casa principal da fazenda, onde me cederia o quarto em que eu iria ficar hospedado. Chegamos,ela me entregou e fui tomar um banho e só pensava naquela mulher, ela mexia comigo, fiquei super excitado debaixo daquela água quente que caía no meu corpo, saí e vesti uma calça jeans, blusa pólo amarela e sapato e fui para o único restaurante existente na vila, encontrar com ela. Lugar pequeno e aconchegante, sentei-me na mesa separada do lado de fora e fiquei curtindo aquela noite quente linda, com ar da roça. Fiquei pensando e quando virei e olhei, ela vinha em minha direção... linda , com vestido bege até os joelhos, deixando as curvas do seu corpo mais amostra, linda, de cabelos soltos, eu me levantei e fiquei parado olhando pra ela, ela chegou com cara séria e disse:
-Uai preferiu sentar aqui fora?
-Uai preferiu sentar aqui fora?
Eu disse:
-Sim, Samanta, lá dentro esta muito quente. Tem algum problema?
-Sim, Samanta, lá dentro esta muito quente. Tem algum problema?
Samanta:
-Lógico que não... você bebe?
-Lógico que não... você bebe?
O rapaz do restaurante chegou e perguntou a ela se era o de sempre, ela disse sim... pouco depois ele chega com uma garrafa de cerveja hiper gelada e dois copos. Fiquei surpreso.


Comecei a rir ... bebemos a noite toda conversamos muito ela disse que não era uma pessoa má como as pessoas diziam, era apenas na dela e devido ao trabalho, por ser mulher, tinha que pegar mais pesado, porém as pessoas não sabiam aceitar seu jeito. Eu sorri e disse:
-Você é linda, Samanta!
-Você é linda, Samanta!
Ela ficou olhando e disse:
-Nossa, já é tarde... já são 23:45 horas e temos que levantar cedo amanha, Paulo, pois temos muito pra ver ainda. Respondi a ela que estava à sua disposição e sorriu, levantamos e fomos andando pois a vila não ficava longe da sede da fazenda. Fomos aproveitando, pois a noite estava linda. Samanta sorria muito.
Eu já não pensava mais com a razão, segurei seus cabelos e tentei beijar a sua boca.

Ela resiste, tenta me empurrar, e grita dizendo que ta pra nascer homem que a forçará a alguma coisa. Definitivamente, quero essa mulher... ainda segurando suas mãos, tento novo beijo, que não consigo. Passo a mão pela sua cintura e falo:
-Samanta, vc esta me deixando louco, me desculpe.
Fico olhando pra ela que sinto que não esta tão resistente e começo a atacar novamente , beijo seu pescoço e percebo o bico dos seus peitos darem sinal de vida e ficarem intumescidos, continuei beijando e lambendo seu pescoço e ela começa a resistir menos, gemendo bem baixinho. Depois se solta e sai correndo, entrando perto do estábulo e eu a alcanço. Ela parecia uma onça, falando.
-Você está confundindo as coisas, a bebida subiu pra sua cabeça.
Eu volto a segurar pela cintura e puxando os cabelo dela... ela olha com olhar de quem queria e desço a mão pelo seu pescoço, cheirando e vi a ponta do seu sutiã claro, com alguns detalhes. Passo a mãos em seus peitos e aperto com força, arrancando o gemido daquela mulher . Puxo um de seus peitos pra fora do sutiã e chupo com gosto aquele peito gostoso, sinto todas as suas resistências indo embora.
-Nossa, já é tarde... já são 23:45 horas e temos que levantar cedo amanha, Paulo, pois temos muito pra ver ainda. Respondi a ela que estava à sua disposição e sorriu, levantamos e fomos andando pois a vila não ficava longe da sede da fazenda. Fomos aproveitando, pois a noite estava linda. Samanta sorria muito.
Eu já não pensava mais com a razão, segurei seus cabelos e tentei beijar a sua boca.

Ela resiste, tenta me empurrar, e grita dizendo que ta pra nascer homem que a forçará a alguma coisa. Definitivamente, quero essa mulher... ainda segurando suas mãos, tento novo beijo, que não consigo. Passo a mão pela sua cintura e falo:
-Samanta, vc esta me deixando louco, me desculpe.
Fico olhando pra ela que sinto que não esta tão resistente e começo a atacar novamente , beijo seu pescoço e percebo o bico dos seus peitos darem sinal de vida e ficarem intumescidos, continuei beijando e lambendo seu pescoço e ela começa a resistir menos, gemendo bem baixinho. Depois se solta e sai correndo, entrando perto do estábulo e eu a alcanço. Ela parecia uma onça, falando.
-Você está confundindo as coisas, a bebida subiu pra sua cabeça.
Eu volto a segurar pela cintura e puxando os cabelo dela... ela olha com olhar de quem queria e desço a mão pelo seu pescoço, cheirando e vi a ponta do seu sutiã claro, com alguns detalhes. Passo a mãos em seus peitos e aperto com força, arrancando o gemido daquela mulher . Puxo um de seus peitos pra fora do sutiã e chupo com gosto aquele peito gostoso, sinto todas as suas resistências indo embora.
E ela começou a passar a mão pelo meu pescoço e eu começo a descer abrindo suas pernas, utilizando um pouco de força pois ainda ela estava se segurando e tentando evitar, e sinto a protuberância de uma buceta estufada, lisa ..não resisto e passo a mão nela, em movimentos lentos e fortes... aquela fêmea geme gostoso.. seguro ela pelos cabelos e levo pra dentro do estábulo e de um jeito meio selvagem, arranco seu vestido deixando ela somente de calcinha deitada em cima daquelas palhas, não acreditava naquela cena.
Ela ainda me olha com olhar desafiador, de quem acha que não serei capaz de fazer o que ela imagina. Começo a passar a língua pelo corpo dela todo, com aquele cheio que estava me deixando louco e tirei meu pau pra fora da calça. Ponho ela de joelhos na minha frente... ela resiste em chupar meu pau... bato com ele na sua cara, uma, duas, tres vezes...

vejo o brilho de tesão nos seus olhos...esfrego ele na sua boca que lentamente se abre e começa a agasalhar aquela toda dura dentro da boca. Ela vai lambendo aos poucos, mas de repente, com uma fome inigualável, engole meu pau e vai chupando ele todo, deixando ele todo babado... que boca deliciosa... ainda segurando pelos seus cabelos começo a fuder sua boca... não resisto e começo a gozar dentro dela em jatos, fazendo com que ela engasgue e tente tirar meu pau.. não deixo isso acontecer e continuo segurando-a pelos cabelos, ate terminar de gozar e mando que ela engula tudo... coisa que não consegue, pois uma parte de minha porra escorre pelos seu queixo, pelos seus peitos...ela passa a mao nos peitos sujo de porra e passa na boca.

vejo o brilho de tesão nos seus olhos...esfrego ele na sua boca que lentamente se abre e começa a agasalhar aquela toda dura dentro da boca. Ela vai lambendo aos poucos, mas de repente, com uma fome inigualável, engole meu pau e vai chupando ele todo, deixando ele todo babado... que boca deliciosa... ainda segurando pelos seus cabelos começo a fuder sua boca... não resisto e começo a gozar dentro dela em jatos, fazendo com que ela engasgue e tente tirar meu pau.. não deixo isso acontecer e continuo segurando-a pelos cabelos, ate terminar de gozar e mando que ela engula tudo... coisa que não consegue, pois uma parte de minha porra escorre pelos seu queixo, pelos seus peitos...ela passa a mao nos peitos sujo de porra e passa na boca.
Sem perder o momento, levanto ela e a coloco de quatro sob o monte e palha... a bunda era como imaginei, realçada por uma tanguinha fio dental, da mesma cor e modelo do sutiã. Puxo sua calcinha de lado e vejo uma buceta lisinha, já denunciando seu tesão, pois o fundo da calcinha estava úmido.


Não perco tempo, meto a boca naquela delícia... chupo gostoso... a mulher se transforma...começa a falar.
-Seu safado, conseguiu o que queria desde da primeira vez que me viu, né? Seu puto safado.. ai me fode toda...
Começa a gemer alto... passeio com minha língua dentro de sua buceta e com os dedos, abro ela, brincando com seu grelinho... ela puxa os meus cabelos com duas maos , e eu com a outra mão aperto seus peitos e sinto ela tremer e gozar pela primeira vez.. como puta deliciosa..dizendo para eu não parar... delicia... continuo chupando... agora passo a língua perto de seu cu e ela fica toda arrepiada... volto a brincar com sua buceta e coloco um dedo dentro do seu cu... a mulher pira... começa a rebolar e segura minha cabeça entre suas pernas, até gozar de novo. Ela deixa o corpo cair no feno...
-Seu safado, conseguiu o que queria desde da primeira vez que me viu, né? Seu puto safado.. ai me fode toda...
Começa a gemer alto... passeio com minha língua dentro de sua buceta e com os dedos, abro ela, brincando com seu grelinho... ela puxa os meus cabelos com duas maos , e eu com a outra mão aperto seus peitos e sinto ela tremer e gozar pela primeira vez.. como puta deliciosa..dizendo para eu não parar... delicia... continuo chupando... agora passo a língua perto de seu cu e ela fica toda arrepiada... volto a brincar com sua buceta e coloco um dedo dentro do seu cu... a mulher pira... começa a rebolar e segura minha cabeça entre suas pernas, até gozar de novo. Ela deixa o corpo cair no feno...
Meu pau nesse momento já dava sinais de vida de novo... puxo seu corpo um pouco mais para perto do meu e começo a passar a cabeça dele na entrada de sua buceta... ela levanta um pouco seu rosto e olhando pra mim, com uma voz meio rouca, me pede pra fuder sua buceta sem dó, pra arrombar gostoso... fico torturando aquela mulher, antes seca e agora pedindo pica e empurro meu pau dentro de sua buceta de uma vez... indo ate o fundo... ela dá um grito... deixo ele parado um pouco e começo a me movimentar lentamente... como estou de pé entre suas pernas, tenho uma visão perfeita de meu cacete entrando em sua buceta...

vou mexendo sempre... tirando e colocando tudo... pego em sua mão e coloco na sua buceta, pra ela se tocar... ela vai se tocando, com os olhos semi fechados e a medida que aumento o ritmo ela vai se tocando e goza novamente...Não dou trégua pra ela e continuo metendo em sua buceta....Viro seu corpo sobre o feno e tenho a visão linda daquela bunda... Arrebito sua bunda e dou linguadas no seu cú, deixando ele molhadinho... coloco um dedo e ela geme... deixo meu dedo dentro e coloco meu pau na sua buceta de novo... ela de quatro geme e rebola gostoso....seguro pela suas ancas e meto fundo, sem dó, ela urra de prazer...resolvo das tapas na sua bunda...desperto de vez a puta adormecida dentro dela...ela começa da gemer..a urrar e começar a pedir:
- Mete, amor...mete na sua puta....acaba com minha buceta... arromba ela.... quero seu pau... quero sua vara......

vou mexendo sempre... tirando e colocando tudo... pego em sua mão e coloco na sua buceta, pra ela se tocar... ela vai se tocando, com os olhos semi fechados e a medida que aumento o ritmo ela vai se tocando e goza novamente...Não dou trégua pra ela e continuo metendo em sua buceta....Viro seu corpo sobre o feno e tenho a visão linda daquela bunda... Arrebito sua bunda e dou linguadas no seu cú, deixando ele molhadinho... coloco um dedo e ela geme... deixo meu dedo dentro e coloco meu pau na sua buceta de novo... ela de quatro geme e rebola gostoso....seguro pela suas ancas e meto fundo, sem dó, ela urra de prazer...resolvo das tapas na sua bunda...desperto de vez a puta adormecida dentro dela...ela começa da gemer..a urrar e começar a pedir:
- Mete, amor...mete na sua puta....acaba com minha buceta... arromba ela.... quero seu pau... quero sua vara......
Aproveito seu estado de êxtase e coloco agora dois dedos no seu cu...ela pede para eu meter meu pau no seu cú...que ela é minha puta... E que a puta quer rola no cú...


Tiro meu pau melado de sua boceta e esfrego na portinha do seu cú....ela implora pra eu meter logo....seguro firme meu pau na entrada de seu cú e ela faz um movimento pra traz, tragando metade do meu caralho no seu rabo....
Começo a pôr e a tirar e quando percebo estou todo dentro do seu cú....dou continuidade aos movimentos e sinto ela gosar sucessivamente...não sei mais quanto tempo vou aguentar aquele cu delicioso....sinto ele piscar no meu pau....aviso que vou gozar...
Ele pede pra eu gozar na cara dela.....tiro meu pau, viro ela de frente e gozo muito..gozo gostoso...seu rosto fica todo lambuzado...ela pega meu pau e mete ele na boca....fazendo uma limpeza geral....esparrama todo a porra no seu corpo e diz que sempre vai querer mais e que a noite esta somente começando....
CONTO - SEDUZINDO OU SEDUZIDO - PARTE 4
SEDUZINDO OU SEDUZIDO?
AUTOR- SÉRGIO SENNA
Passei o braço sobre seus ombros e ficamos em silêncio, aos poucos fui descendo a mão e a enlacei pela cintura puxando-a pra mim e colocando ela entre mim e a balaustrada bem na minha frente, a abracei com os dois braços e como ela não era muito baixa a sua cabeça ficou à altura do meu nariz e sua bunda bem colada no meu pau que já estava a meia bomba e continuava a inchar com aquela aproximação, ela notou o volume e se colou mais buscando uma melhor acomodação, desci uma mão e comecei a alisar sua coxa bem devagar e de leve, com a outra mão alisava sua barriga e fui subindo em direção aos peitinhos que estava já excitados, olhei sobre o seu ombro e vi que sua blusa tinha se esticada pra frente ficando marcada pelos bicos pontudos e duros, fui subindo lentamente as duas mão e enquanto uma trazia a saia a outra levava consigo a blusa que subia deslizando pela pele sedosa, quando chegou na altura das popas da bunda a saia prendeu, deslizei a mão pra frente e, a surpresa... meus dedos não encontraram sua calcinha, ela estava sem ela como eu pensei lá dentro antes do jantar, por fim meus dedos encontraram seus pentelhos bem aparadinhos, curtos, lisos e macios onde ficaram a brincar, já a outra mão também estava cumprindo sua missão e acariciava levemente aquelas maçãs intumescidas pelo desejo, baixei a cabeça e beijei seu pescoço.
ela estava elétrica, gemeu e empinou a bunda se roçando em mim, buscando, procurando um contato maior, entendi tudo e puxei sua saia pra cima de vez, liberando as popas da bunda, agora a saia estava enrolada na cintura e ela nua daí pra baixo, enquanto a blusa subia deixando também a mostra os seios, cujos bicos empinaram ainda mais quando foram acariciados pela brisa fria que começava a soprar.

Continuei a beijar seu pescoço, orelha e lateral do rosto enquanto a acariciava, mas estava também muito excitado e agora não era hora de me conter mais, podia liberar todos os meus instintos e desejos, por isso me afastei um pouco e abri a calça sem que ela ao menos notasse, a caceta saltou imponente pra fora da sua prisão já que também não usava cuecas e se alojou bem no meio das suas popas na junção das coxas, apertei os biquinhos dos peitos e ela gemeu alto empurrando a bunda pra trás e fazendo com que a cabeça da pica deslizasse pra frente e se agasalhasse bem na porta da sua xoxota onde ficou sendo amassada por suas coxas de carnes firmes, mas aveludadas. A enlacei pela cintura e comecei vagarosamente a me mexer fazendo com que a pica deslizasse pra frente e pra trás, roçando na sua xoxota que já estava bem molhada. Ela se ajustava a mim e também mexia os quadris cadenciadamente, a pica desaparecia na regada da sua bunda, deslizava por toda a extensão da xoxota e a cabeça e mais um pouco reaparecia entre suas coxas lá na frente. Quando a cabeça da pica passava entre seus lábios vaginas eu sentia o calor que vinha dali e o líquido viscoso molhava a tora que continuava a empurrar a cabeça até que ela saísse na frente, e os ovos se espremesses no vértice das suas coxas atrás. A excitação nos dominava por completo e eu queria penetrá-la ali mesmo, inclinei-a pra frente e coloquei suas mãos na mureta, com isso sua bunda empinou e sua xoxota ficou bem exposta, puxei a caceta que estava bem na frente e a medida que ela recuava, deslizava entre seus lábios vaginas bem melados, quando a cabeça estava já aparecendo entre as popas da sua bunda senti que se ajustava na entrada da gruta, quente e melada. Se empurasse, ela sumiria todinha lá dentro. Era agora que eu iria concretizar meu sonho...
- Não Sérgio... Para um pouco... assim não, por favor! – Exclamou ela.
Mas eu não queria ouvir nada, forcei um pouquinho e a cabeça encaixou-se bem na entrada começando a abrir suas carnes. Ela também começou a se deixar levar pelo tesão que a consumia e começou a rebolar as ancas, eu fiquei parado esperando que a iniciativa da penetração partisse dela, mas, talvez querendo prolongar aquele momento mágico, só mexia a bunda e apertava a xoxota, ponpoando a pontinha da cabeça que estava bem encostada na sua gruta. Forcei um pouco e senti que a entrada da sua buceta começou a ceder pra permitir a entrada, se desse somente mais uma empurradinha, a chapeleta saltaria pra dentro se agasalhando no seu interior quente e molhado. Me preparei pra o empurrão final que consumaria tudo segurando-a pelos quadris, quando os cachorros que estavam deitados perto de nós começaram a latir e dispararam correndo pra os fundos da casa, ela ergue-se, me perguntando assustada:

- O que é isso Sérgio? Será que alguém está nos olhando? – Pronto, agora o clima tinha sido quebrado, teria que começar tudo de novo.
- Não, se acalme... Não é ninguém, eles são assim mesmo, latem e correm ao menor movimento, deve ter sido algum bicho. Vamos entrar? Está ficando frio!
- Vamos sim! – E, me segurando pela mão, se encaminhou para a porta do jeito que estava, com a saia na cintura e a blusa enrolada em cima dos peitos tesos e arrepiados, eu também não me fiz de rogado e a acompanhei com a pica bem dura e balançando pra fora da calça.
Com a mão livre soltei o botão que prendia a calça desejando que ela caísse, mas não aconteceu e quando chegamos junto ao sofá acabei de puxar tudo pra baixo ficando com um bolo de pano enrolado nas canelas, me acomodei e a puxei pra o meu colo abraçando-a, busquei sua boca com ardor e desejo, com as mãos agora livres tratei de tirar a blusa pela cabeça e soltar o fecho da saia tirando-a também por cima. Agora ela estava como em meus sonhos, nua, absolutamente nua e livre, solta, desinibida e com um olhar travesso que prometia loucuras e um sorriso que me convidava pra um mundo de erotismo no qual apesar de muito vivido eu ainda não tinha estado. Eu sabia por expediência que ela não era nenhuma boba em sexo, tinha vindo de uma cidade grande e era moderna, devia ter tido suas aventuras antes de casar como é normal, por isso não precisava me preocupar em lhe ensinar nada.
Alisava demoradamente cada peito com a pontinha dos dedos e depois subia fazendo a mesma coisa nos lábios, orelhas e depois descia agora com a boca sedenta e os mamava delicadamente. Fiz com que se deitasse no sofá tendo a bunda sobre minhas coxas, fazia um pequeno arco com o corpo e com as mãos passei a acariciá-la só com a ponta dos dedos, com uma mão descia até os pés onde pegava cada dedo e com a outra subia até sua cabeça onde me demorava em cada olho, orelha, maçã do rosto, lábios e nuca, pra só então descer novamente pelo pescoço, seios e barriga, enquanto a outra subia por pernas, coxas, pélvis, sem nunca tocar na xoxota, e cintura; senti-a arrepiar a cada movimento, ela suspirava forte e gemia baixinho as vezes. Depois de certo tempo por vontade dela mesma foi se virando, demonstrando que desejava que a acariciasse não só na frente mas em todo o corpo, primeiro de lado e depois, deitada de bruços em meu colo, peguei seus cabelos e os joguei pra o alto, apertei levemente sua nuca e pescoço, seus olhos estavam levemente
fechados, desci com os dedos só tocando sua pele dourada pelas costas e parei na altura das nádegas, com a outra mão comecei por ali e desci pelas coxas até os pés, pra novamente subir pelas coxas chegando às nádegas onde fiquei acariciando agora com as duas mãos, nunca tinha visto nada mais lindo, sobressaiam redondas, firmes e no meu colo, ainda mais altas que o normal, corria os dedos pela seu rego e abria suas popas lentamente apreciando seu cuzinho escuro que nesses momentos piscava pra só depois, as encostar novamente, isso a estava deixando doida pois se contorcia de leve e apertava os punhos, dando profundos suspiros. Permanecemos assim por longos minutos.
Devagar, por vontade própria ela foi escorregando por minhas pernas até sentar no chão ficando entre meus joelhos, puxou a calça que ainda estava nas minhas pernas e subiu as mãos pelas minhas coxas, tremi na base quando bem de leve pegou na caceta pela base, sempre olhando nos meus olhos e balançou de leve, a cabeça sobressaia em toda a sua pujança, grande e escura, sua mão subiu pela pica até a ponta e desceu novamente pra base onde dessa vez aconchegou também meus ovos. Olhou por um tempo pra tudo aquilo enquanto acariciava e só depois é que disse:

- Nossa Sérgio! Nem nos meus sonhos imaginei que fosse assim! Grandona, hem? Não sei se vou poder lhe satisfazer, acho que mesmo com todo o meu desejo e boa vontade não vou poder agüentar tudo, promete que não vai me fazer sofrer?
- Claro! Deixa de bobagem, acho que você não conhece ainda o seu potencial, agüenta tudo e ainda pede mais, coitado de mim que não vou ter pra te dar...
- Não! Olha só! Tem coisas que não se conta pra ninguém quando se é casada, mas o meu marido não é muito dotado e ele até tem um pouco de vergonha disso apesar de eu lhe ter tido que isso não tem muita importância e que, o que vale mesmo é como se usa e que ele me faz realizada como fêmea, é bem verdade que as vezes desejo mais, tenho desejos loucos e nesses momentos procuro me controlar pra não melindrá-lo... é verdade que não casei virgem mas quando era solteira minhas experiências foram bem poucas pois a vigilância dos meus pais era grande, sabe como é ser filha a única filha mulher, não é?
- Por isso que te digo que você ainda não conhece do que é capaz, só quero que se sinta solta e que faça tudo o que desejar, dê asas à sua imaginação e viva tudo o que puder e quiser. Não se prenda a nada, deixe rolar! Mas lhe peço uma coisa, diga o nome de tudo, adoro mulher que não tem falsos pudores e que gosta de dar o nome certo a cada coisa.
- Você quer isso mesmo?
- Claro!
- Então estou liberada! E se eu quisesse sentar ai em cima dela pra ver até onde vai. Você deixava?
- Deixava sim, embora nesse momento eu deseje outra coisa, um pouco diferente!!! Pra isso que você quer, temos todo o tempo que desejar.
- Posso saber o que é?
- Isso não! Mas posso lhe dar uma pista... sempre achei que você sabia como realizar as fantasias de um homem. Agora ponha a sua imaginação pra funcionar, rsrsrs!
- Hum!!!! Sérgio, você está me liberando geral, jamais pensei que eu pudesse ousar tanto. Mas ta certo, acho que vou aproveitar as férias e me esbaldar! Rsrsrsrs!
E baixando a boca começou a lamber minhas coxas, uma e outra, alternadamente, subindo e descendo, provocando ondas de desejos que se espalhavam por todo o meu corpo, inclinei a cabeça pra trás e fechei os olhos, entregue àquela carícia que me tomava por inteiro. Deixei rolar, sem contê-la ou dizer mais nada, ela tinha o comando e eu só a seguia. Sua boca subia beijando e lambendo tudo o que encontrava pela frente até chegar a base dos meus ovos onde intensificou as chupadas, hora ou outra, colocava um dos ovos todinho dentro da boca e dava leve chupões me fazendo ter ondas de choques que me percorria o corpo, contive o instinto de preservação que me mandava segurá-la pela cabeça, deixei-a bem a vontade pra fazer o que quisesse e desejasse.

Subiu com a língua pelo tronco do cacete lambendo e dando pequenas mordidinhas e ao chegar ao prepúcio lambeu devagar saboreando antecipadamente o que ia fazer, pegou a pica pelo seu pé e balançou de um lado pra o outro, batendo com a cabeça na sua língua, só depois é que colocou na boca, vagarosamente, saboreando e chupando devagar, com suavidade, transmitindo sensações loucas. Eu parado, apreciava tudo, deixei que ela se revelasse, que pusesse pra fora a fêmea que estava adormecida dentro dela e que agora despertava. Tentou engolir toda, mas na primeira tentativa acabou só colocando pra dentro da boca um pouco mais da metade, engasgou e voltou, tentou de novo e dessa vez foi um pouco mais, a cada tentativa voltava à cabeça e a lambia com deleite e prazer, não conseguiu engolir toda, mas uma boa parte, ficou agasalhada na sua boca quente e macia. Tirou tudo e lambeu da base até a cabeça, voltou a chupar. Minha excitação era imensa e eu já estava no pré gozo, mas não queria derramar ainda e por isso a segurei pelos ombros e levantei ficando com minha boca bem pertinho dos seus pentelhos negros e cheirosos.
Subiu com a língua pelo tronco do cacete lambendo e dando pequenas mordidinhas e ao chegar ao prepúcio lambeu devagar saboreando antecipadamente o que ia fazer, pegou a pica pelo seu pé e balançou de um lado pra o outro, batendo com a cabeça na sua língua, só depois é que colocou na boca, vagarosamente, saboreando e chupando devagar, com suavidade, transmitindo sensações loucas. Eu parado, apreciava tudo, deixei que ela se revelasse, que pusesse pra fora a fêmea que estava adormecida dentro dela e que agora despertava. Tentou engolir toda, mas na primeira tentativa acabou só colocando pra dentro da boca um pouco mais da metade, engasgou e voltou, tentou de novo e dessa vez foi um pouco mais, a cada tentativa voltava à cabeça e a lambia com deleite e prazer, não conseguiu engolir toda, mas uma boa parte, ficou agasalhada na sua boca quente e macia. Tirou tudo e lambeu da base até a cabeça, voltou a chupar. Minha excitação era imensa e eu já estava no pré gozo, mas não queria derramar ainda e por isso a segurei pelos ombros e levantei ficando com minha boca bem pertinho dos seus pentelhos negros e cheirosos.
Abracei-a pela bunda e cheirei, deslizei a mão por suas nádegas, enquanto aspirava com força e procurava trazê-la pra uma posição melhor, sentei-a no braço do sofá e só então pela primeira vez pude apreciar de perto sua xoxota, não poderia haver nada de mais bonito, o grelo sobressaia um pouco dos grandes lábios que eram inchadinhos, pequena, tão pequena que me fez temer não me caber lá dentro, e estava úmida, abri um pouco mais suas pernas e exalei aquele cheiro característico de fêmea que quer levar pica, ela estava lânguida, meio recostada no espaldar e totalmente aberta, sem pudores, entregue à carícia que estava por começar, gozando antecipadamente o que eu faria e ela sabia que eu não a decepcionaria, encostei de leve o nariz nos grandes lábios e cheirei devagar, abri a boca e lancei o ar quente da respiração na xoxota, gemeu e se contraiu, passei a língua bem lá embaixo perto do seu cu que piscou duas vezes, subi pela “terra de ninguém”, aquela pelinha entre o cu e a xoxota, e quando cheguei no início dos lábios vaginais, lambi primeiro a virilha de um lado e depois do outro, ela tremia na expectativa do que viria e vez em quando gemia baixinho, fui lambendo de um lado e do outro e subindo sem tocar nas bandas da sua xoxota.
Desci um pouco e parei bem no meio, respirando com a boca e jogando ar quente na chaninha, com a ponta da língua busquei bem de leve a entrada e comecei a pincelar delicadamente, aumentando sua tortura, peguei uma das bandas da sua xota e coloquei na boca fazendo só um pouco de pressão, chupando, depois foi a vez da outra, desci novamente pra entrada da gruta e meti a língua de novo, dessa vez um pouco mais fundo, ela jogou a xota na direção do meu rosto, dando a entender que queria mais fundo, não a atendi e afastei a boca indo de vez pra o seu grelo que peguei com os lábios e dei uma chupadinha, ela quis fechar as pernas, tremeu e deu um gritinho de surpresa bem mais alto, continuei devagar, chupando, enquanto acariciava suas bandas com a língua.

Coloquei tudo dentro da boca e fui passando a língua em toda a extensão da xoxota, desde a entradinha, onde metia a ponta da língua até o grelo que estava duro e escuro. Mamava aquela xoxota com ritmo lento, mas constante, não queria que ela gozasse rápido ou talvez que nem mesmo gozasse, ela era ainda um mistério que eu queria decifrar por inteiro, tem mulheres que depois que gozam precisam de um tempo pra entrar no clima de novo, e ainda não sabia como ela era. Com as mãos acariciava seus seios apertando de leve os biquinhos, quando intensifiquei um pouco mais a pressão da mamada em seu grelo ela começou a contrair o púbis, e gemer alto:
Coloquei tudo dentro da boca e fui passando a língua em toda a extensão da xoxota, desde a entradinha, onde metia a ponta da língua até o grelo que estava duro e escuro. Mamava aquela xoxota com ritmo lento, mas constante, não queria que ela gozasse rápido ou talvez que nem mesmo gozasse, ela era ainda um mistério que eu queria decifrar por inteiro, tem mulheres que depois que gozam precisam de um tempo pra entrar no clima de novo, e ainda não sabia como ela era. Com as mãos acariciava seus seios apertando de leve os biquinhos, quando intensifiquei um pouco mais a pressão da mamada em seu grelo ela começou a contrair o púbis, e gemer alto:
- Aiiii Sérgio! Como é bom issssoooo!!! Chupa mais, chupa!!!! Como é gostoso!!!! Como você sabe maltratar uma mulher!!! Chupa gostoso, que língua gostosaaaaa!!! Como tua boca é quente, chupa tudo! Chupaaaaa!!! Em tantos anos de casada eu só ganhei esse presente poucas vezes, e gosto tantooooo!!!!!!!! E nem chegava aos pés disso aquiiiiii! Chupa minha xoxota, meu tesssssãooooo!!!! Me chupa toda... Vai!!! Chuuuppaaaa!! Aaaaaaiiiiiii!!!!! - E estendia as letras e palavras quando eu apertava seu carocinho com a boca.
Mas eu ainda não queria que ela gozasse e continuei a chupada intensificando, diminuindo e até parando o ritmo quando via que ela tava chegando perto da explosão final, queria que ela se entregasse por completo, que não tivesse mais nenhum pudor que viesse atrapalhar aqueles dias que eu queria transformar em uma orgia inesquecível, por isso fiquei naquele ir e vir, até que vi que ela não suportaria mais muito tempo sem gozar, pois o intervalo entre suas tremidas pélvicas que indicam a chegada do prazer supremo, diminuía entre uma e outra e ela estava totalmente encharcada, só não escorria para o sofá porque minha boca sedenta não deixava escorrer nada. Quando notei que não ia conseguir controlar mais a chegada do seu gozo, a levantei rápido, coloquei de quatro com a cabeça apoiada no lugar onde estivera recostada com a bunda toda arrebitada pra cima, e me preparei para consumar o que tanto desejava, encostei a chapeleta na entradinha da xoxota e pincelei por toda a extensão da xoxota, pra cima e pra baixo algumas vezes, pra lubrificar, sabia que ela não ia agüentar fácil a primeira metida, minha chapeleta é bem desenvolvida e isso dificulta um pouco, por isso, segurei firme em seus quadris, pressionei devagar e comecei a meter... Ela gemeu fundo!!!

Pressionei devagar e senti que ela ia se alargando pouco a pouco permitindo que a cabeça da pica começasse a entrar, tirava e botava novamente tentando ir mais um pouco de cada vez, mas quando chegou na hora de entrar a parte final da cabeça travou mesmo, não sei se por medo, receio ou outro motivo qualquer, mas não entrou mais apesar de bem lubrificado, fui devagar acariciando sua bunda e com a outra mão pegava nos seus peitos, ela só gemia baixinho, sabia que não podia se furtar aquilo, tinha vindo pra trepar e sabia que ia ter que trepar além de também desejar muito, não iria ser uma dificuldade daquela que a impediria de concretizar o objetivo.
- Tá doendo? Quer que pare? - Perguntei por delicadeza, mesmo sabendo que não pararia nem que a casa pegasse fogo.
- Tá doendo um pouco, mas não para, agora ou daqui a pouco eu vou ter que agüentar mesmo, e embora seja grossa e grande é macia. Bota mais um pouco!
Com esse incentivo não me fiz de rogado e dei a estocadinha que faltava pra cabeça da pica pular pra dentro, gritou e quis escapar jogando o corpo pra frente mas estava bem presa pelas minhas mãos e sua cabeça estava encostada no sofá, não tinha pra onde ir, senti que a buceta se dilatava ao máximo pra deixar passar a cabeça da pica e depois fazer em torno dela um anel apertado.
CONTINUA....
MARIDO DE MINHA AMIGA É... HOMEM - parte 3
AUTOR - MAXIMUS
O dia amanheceu ensolarado e os primeiros raios de sol banharam meu rosto pela fresta da veneziana, bocejei e me lembrei da foda bem dada em Elisa na noite anterior...aquela executiva certinha era um tesão na cama, era difícil dizer não para aquela mulher acostumada a tomar decisões e sempre impor sua vontade aos outros.
Só não conseguia impor sua vontade ao Luiz.
Levantei-me, tomei um banho gostoso, coloquei meu calção de banho e dirigi-me a cozinha para o dejejum. Elisa estava radiante, um sorriso rasgado nos lábios, típico de mulher que acaba de ser bem comida...conversa com Martha animada, fazendo planos para mais tarde.
- Luiz, pega a lancha e vamos até aquela prainha da ilha aqui perto...pede pro marinheiro arrumar as coisas, podemos passar o dia lá.
Luiz emite um grunhido imcompreensível, impossível de se distinguir, se era de apovação ou negação. Os sinais da ressaca são evidentes...
Tomamos o café e logo o Marinheiro se aproxima da casa dizendo:
- Dna. Elisa, está tudo pronto, eu já trouxe a lancha e ela está ancorada na orla da praia.
- Dna. Elisa, está tudo pronto, eu já trouxe a lancha e ela está ancorada na orla da praia.
- Obrigada Tião, já vamos descer...
Arrumamos nossas coisas e nos dirigimos a praia, pegamos o bote inflável e o marinheiro nos conduziu até a lancha.
Elisa estava com uma saída de banho branca transparente, toda bordada com um biquini pra lá de pequenino. A visão daquela bunda era tentadora...
Luiz assume o controle da lancha, ante os protestos de Elisa e voa por cima das ondas, fazendo com que o casco colida violentamente contra as ondas. O passeio transformou-se quase numa corrida de “off-shore”. Em alguns minutos nos aproximamos de uma pequena ilhota que reservava em uma pequena baia, uma praia paradisiaca. Areias brancas, protegida do vento com poucas ondas e uma água límpida e transparente.
Elisa estava com uma saída de banho branca transparente, toda bordada com um biquini pra lá de pequenino. A visão daquela bunda era tentadora...

Desembarcamos e nos deliciamos nessa praia, tomamos umas caipirinhas, comemos uns camarõezinhos empanados, uma verdadeira delícia.
O Luiz novamente exagerou na dose e rapidamente já apresentava sinais de embriaguês, falando alto e contando mil vantagens. Percebí que Elisa já estava constrangida com a situação.
Neste momento, não sei se o balanço excessivo da lancha, o calor, ou as bebidas fizeram com que Martha começasse a passar mal ficando com enjôo.
- Vamos embora – disse Elisa – Martha vamos para casa...
- De maneira alguma, não vou estragar o passeio de vocês...
Neste momento o Luiz já visivelmente embriagado diz uma coisa lúcida
- Elisa, se a Martha quiser o marinheiro a leva...
- Elisa, se a Martha quiser o marinheiro a leva...
- É melhor mesmo, assim eu vou me deitar um pouco, tomo um dramin e daqui a pouco eu melhoro...além disso, depois do remédio, vou ficar com o maior sono.
- Puxa, mas que chato – disse Elisa – você não aproveitou quase nada...
- É melhor...
Luiz chama o marinheiro pelo rádio e pede que venha rapidamente.
Quando Martha está embarcando, Luiz recebe uma ligação e diz que necessita voltar a casa para enviar um e-mail para o seu escritório. Constrangido, eu e Elisa dizemos que vamos também, mas Martha e ele dizem para não nos incomodarmos, quando quisermos voltar basta chamar o marinheiro pelo rádio. Luiz entrega seu rádio a Elisa e desaparecem na lancha em plena velocidade...
Eu não podia acreditar que aquilo estava acontecendo...era bom demais pra ser verdade...
De sopetão pego Elisa no colo e beijo sua boca cheio de tesão...ela retribui dizendo:
- Você acredita nisso??? É muita sorte podermos ficar aqui sozinhos...
- Você acredita nisso??? É muita sorte podermos ficar aqui sozinhos...
Desamarro o laço do seu biquine e livro aqueles seios maravilhosos...a luz do sol faz com que o branco deles contrastem com a sua pele morena e super bronzeada...
Ainda no colo levo-a até a esteira embaixo da tenda guarda-sol...deito-me ao seu lado e começo a beijar aquela boca sem pressa, mordiscando seus lábios levemente, ora beijando-a com minha língua, ora beijando somente os seus lábios com suavidade...
Com a mão esquerda acaricio sua vulva por cima da calcinha, pressionando seu clítoris, masturbando-a com muito carinho...delicadamente coloco meus dedos pela lateral da calcinha e passo a acariciar os grande lábios melados de tesão. Beijo alternadamente, seus olhos, sua boca, mordisco os bicos tesos dos seus seios completamente arrepiados.

Uma leve brisa acaricia nossos corpos e meu pau completamente duro quer a todo custo romper o tecido do meu calção. Devido a atividade da noite anterior a glande escontra-se muito vermelha e até meio inchada de tanto foder a amiga da minha mulher.
Elisa rola por sobre mim e delicadamente solta meu calção livrando meu pau daquele aperto, ainda me beijando começa a punhetar-me com delicadeza. Sua mão lisa e perfumada brinca com o meu caralho teso, enquanto arranha de levinho a pele do meu saco...
- Te adoro...
- Tesãaaaooo...
Elisa beija meu peito e lentamente vai dirigindo-se a minha virilha... ainda me punhetando, inclina meu pau para baixo e começa a dar pequenas moridinhas na sua base...sobe pelo tronco em direção a glande, sempre mordendo-o me dando um tesão incrível.
Ao chegar na cabeça, inicia um chupeta super molhada...baba no meu pau e depois coloca-o novamente dentro da boca sugando toda sua saliva...
Neste momento puxo Elisa pela perna e me posiciono por debaixo dela, iniciando um delicioso meia nove.
Elisa tem um cheiro na boceta maravilhoso...um cheiro de fêmea que me alucina.

Sua lubrificação abundante, escorre por entre os lábios e deixa sua vulva toda molhada. Aproximo meus lábios dos seus grandes lábios e pude perceber o quanto estavam inchados e deliciosos. Super sensíveis ao toque, Elisa se contorce de tesão a cada lambida minha. É uma delícia sentir seu sabor na minha boca.
Neste momento, já super excitada fode meu pau com a boca com muita voracidade... a delicadeza dá lugar ao tesão desenfreado e ela me chupa despudoradamente balbuciando frases inteligíveis...
– tesãaaoooo, gooosstoooosoooo meee chuuuuuupaaaa, issoooo....aiiiii.....deeeelíiiiciiiiiaa.
– tesãaaoooo, gooosstoooosoooo meee chuuuuuupaaaa, issoooo....aiiiii.....deeeelíiiiciiiiiaa.
Sai de cima de mim e me beija com paixão me abraçando e dizendo baixinho:
- Eu te adoro...faz muito tempo que não sei o que é ser mulher...
- Eu te adoro...faz muito tempo que não sei o que é ser mulher...
- Eu também te adoro, Elisa... você é um tesão!
Elisa posiciona-se e começa a procurar meu caralho com sua buceta. Sinto aninhar-se na portinha e Elisa de uma estocada só, o enfia até o fundo.
Que visão magnífica, aquela fêmea tesuda cavalgando minha rola sem nehum pudor. Seus seios livres balançam ao sabor da foda...agora de cócoras Elisa faz com que entrem até o fundo do seu útero. Tira, coloca-o novamente, ensandecida com o tesão, aperta os músculos vaginais e tranca com força meu pau em seu interior...e num momento de extase supremo, contrai-se gozando demoradamente...
Que visão magnífica, aquela fêmea tesuda cavalgando minha rola sem nehum pudor. Seus seios livres balançam ao sabor da foda...agora de cócoras Elisa faz com que entrem até o fundo do seu útero. Tira, coloca-o novamente, ensandecida com o tesão, aperta os músculos vaginais e tranca com força meu pau em seu interior...e num momento de extase supremo, contrai-se gozando demoradamente...
Já sem forças cai sobre meu peito, beijando meu pescoço delicadamente...
Rolo lateralmente, levanto-me e a pego no colo novamente, levo-a até a beirada da água, vou entrando mar adentro sempre levando-a no colo, segura-se no meu pescoço e abraça-me de frente envolvendo minha cintura com suas pernas.

Aponto meu pau para sua buceta e penetro-a fundo com vontade... Elisa estava tão excitada que seus sucos escorriam até pelo meu saco. Vou caminhando com ela assim posicionada e entrando naquelas águas mornas até na altura do meu peito. Ao chegarmos mais no fundo começamos um vai-e-vem dentro dágua, maravilhoso.
Beijo Elisa com muito carinho e assim ficamos por muito tempo ao sabor das ondas. O tesão que sentimos é indescritível. A marola faz com que meu pau entre e saia sem o menor controle, literalmente estamos fodendo ao sabor das ondas. Elisa, exitada com a situação inusitada está super tesuda com seus mamilos tesos cutucando o meu peito. Colo sua boca na minha, anunciando que vou gozar.
- Me espera...Aiii que deliiicciiia... me apertaaaa...aperta minha bundaaa...
- Aiii que delíiciiiia, Elisa....vou gozarrrr
- Vemmm meu tesãooo...me inundaaaa...
Elisa contrai a buceta e eu aumento a velocidade das estocadas. A água facilita a penetração e sua vagina está completamente lubrificada...enterro meu pau até as bolas naquela buceta cheirosa...o Gozo se anuncia e se faz presente, jorro meu leite em seu interior por várias vezes, enquanto Elisa me beija a boca...
Extasiados, saimos da água e nos deitamos nús junto a tenda. Minhas pernas estão tremulas e minhas mãos enrrugadas, mas o tesão de foder Elisa dentro dágua, é uma coisa surreal.
Elisa se aproxima e aninha sua cabeça em meu peito. Me dá delicados beijos no pescoço e diz baixinho no meu ouvido:
- Tesão...adoro você...você me fode como macho...você tem fome da minha buceta...
- Tesão...adoro você...você me fode como macho...você tem fome da minha buceta...
Assim ficamos entrelaçados, com o sol nos aquecendo por um bom tempo, até que Elisa, com cara de safada, apanha o bronzeador em sua sacola e com a maior cara de puta sem vergonha me diz:
- Será que com o bronzeador você consegue comer meu cuzinho?
- Nossa Elisa, eu preciso respirar, digo sorrindo...
- Mas não sabemos quando teremos outra oportunidade como essa, não é mesmo?
- Verdade...
- E você vai dispensar esse cuzinho delicioso, que só você comeu nessa vida e mais ninguém?
Elisa sabia mexer com meus brios...meu pau já dava sinais de vida...
- Não quer me comer porque? Tá com pena do corninho?
Simplesmente eu sorria, mas meu pau me traia...o lazarento teimava em ficar ereto...
Elisa vendo o efeito que surtia em mim, riu aquele riso debochado, de puta que sabe o que faz, me olhou nos olhos e disse:
- Vai desprezar?? ...vem, fode tua putinha...
Colocou uma porção generosa de óleo de bronzear na mão e lubrificou o cuzinho...empinou a bunda e arrebitando-a pude ver aquele rabo tesudo, piscando enquanto ela enfiava seus dedos para lubrificá-lo...
Tomei o frasco de suas mãos e derramei sobre sua bunda um porção generosa de óleo...com o dedo médio, comecei a lubrificar aquele rabo delicioso...
Elisa, possuída, arrebitava a bunda e dizia:
- Adooorro dar meu cú pra vocêe... Tenho o maior tesão quando você me fode sem dó...
- Adooorro dar meu cú pra vocêe... Tenho o maior tesão quando você me fode sem dó...
- Você vai ter então o que merece Elisa....
- Come tua putinha, come...
Nessa altura, meu pau latejava de tesão...Elisa brincava com minha masculinidade, atiçando-a ao máximo...A idéia de foder a esposa daquele bebado de merda, realmente mexia com a minha imaginação...
Deitei-me ao seu lado e lentamente fui introduzindo meu pau no seu cuzinho delicioso...Elisa fazia força laceando seu anelzinho e empurrava ao mesmo tempo sua bunda de encontro a mim.
Pouco a pouco, minha glande rompia suas pregas e centímetro a centímetro invadia aquela bunda maravilhosa.
Assim que entrou, coloquei Elisa de quatro e comecei a fodê-la feito uma cadela
Deitei-me ao seu lado e lentamente fui introduzindo meu pau no seu cuzinho delicioso...Elisa fazia força laceando seu anelzinho e empurrava ao mesmo tempo sua bunda de encontro a mim.
Pouco a pouco, minha glande rompia suas pregas e centímetro a centímetro invadia aquela bunda maravilhosa.
Assim que entrou, coloquei Elisa de quatro e comecei a fodê-la feito uma cadela
Elisa colava a cara na esteira e com as pernas abertas deixava seu rabo totalmente exposto para mim...a visão daquela marquinha de biquini branca naquela bunda morena, me deixava louco de tesão.
De uma só vez, retirei meu pau do seu cú e comecei a dar estocadas em sua buceta também...
Elisa urrou de tesão, quando a peguei de surpresa.
- Aiiii que tesãaooo....issooooo mee fodeeeee.....mas faz tua putaaaa...
.Olhou pra trás, no fundo dos meus olhos e pediu:
- Bate na minha bunda???
- Bato...
Dei-lhe um tapinha de leve na bunda...
- Bate forte...que nem machooooo.
- Elisa vai ficar marca....
- Que se fodaaaa...marcaaa a tua vadiaaa..Mostra pra aquele corno, que sou tuaaaa.
Desferi-lhe um tremendo tapa que estalou com força naquele rabo delicioso.
Elisa estava em transe...
- Enfia forte no meu cúuuu ....me fooodeeeee...
Tirei meu pau do seu rabo e deitei-lhe de papai e mamãe, passei a cabeça pela sua fenda molhada e posicionei meu pau na entrada do seu cú!!!
- Relaxa...vou te comer, olhando na tua cara, vadia....
Elisa jogou os pés por cima da minha cintura e ofereceu seu cú pra mim de franguinho assado...


Coloquei a cabeça na porta do seu rabinho, que lubrificado, não ofereceu muita resistência. A entrada foi fácil e profunda...Elisa respirava pesadamente, evidenciando o tesão que estava sentindo.
Apoiou seus pés no meu peito e comecei a estocar-lhe o cú rapidamente.
- Me fooodeeee... com forçaaaa...
- Vadia.. gostosaaaa...minha putinhaaaa....
- Issooo me chamaaa de tuaaa putinhaaaa.... eu sou a tuaaa putinhaaaa....
- Apertaaaa Elissaaaaaa....apertaaaaa.
Tirava o pau completamente, para depois enterrá-lo de uma só vez naquele rabo delicioso...senti o gozo vindo lentamente bem no fundo...
- Vou gozar....vem comigo...
Levantei as suas pernas colocando-as sobre meus ombros...retirava e recolocava o pau sem dó...castigando aquele cú delicioso...
O gozo veio forte, meio a seco mas com espasmos super fortes...Elisa contraiu-se toda, agarrada aos meus braços, enquanto eu sentia seu cú pulsando feito louco, em volta do meu pau...
Pesadamente, caí sobre ela...
- Te adoro....
CONTINUA...
CONTINUA...
UMA SERVIÇAL PARA TODOS OS SERVIÇOS - 1
AUTOR-DINHO
Eu trabalho aqui em São Paulo, sou gerente financeiro de uma grande empresa no ramo de cosméticos, tenho uma vida muito atarefada, reuniões demoradas, com muitos compromissos diários, normalmente não tem um dia, que eu consiga uma folga pra ficar de bobeira.Aquela quarta-feira parecia ser diferente, peguei um café, me recostei na janela e fiquei pensando no amanhã, enquanto saboreava aquele cafezinho, de repente me entra na sala, dona Beth, ou melhor, dona Elizabeth, uma senhora de trinta anos, casada, mãe de duas meninas, morena, cabelos pretos na altura dos ombros, uma bunda digna de punhetas homéricas, peitos pequenos e uma boca carnuda… uma pele um pouco castigada pelo tempo e um corpo encoberto pelo uniforme da empresa de limpeza, puxando um aspirador de pó, duas flanelas e um spray na mão, parecia ser produto de limpeza, me cumprimentou e eu lhe respondi.Fui saindo pro outro lado da sala, quando me avisou que estaria cobrindo as férias da dona Vera, a senhora da limpeza, lhe desejei boas vindas e me retirei.No segundo dia de trabalho, eu estava encostado na janela e com o pensamento longe, quando de repente, ela veio em minha direção, e disse algo que eu não percebi, ela chegou perto, me olhou nos olhos e disse que pela minha cara eu só podia estar pensando em sacanagem.Realmente eu não estava, mas dei uma risada e disse a ela que estava pensado em transar ali, encostado naquela janela com o pessoal lá embaixo andando, não sei da onde saíram àquelas palavras, mas que saíram da minha boca, com certeza sairam.A mulher pirou e olhou pra mim com uma cara de puta, os bicos dos peitos quase furando o uniforme e ela ainda me disse que se fosse mais cedo, antes do pessoal chegar ao trabalho, até teria coragem de fazer isso.No dia seguinte, cheguei uma hora mais cedo no trabalho e quando ela me viu sorriu… veio em minha direção e me disse que tinha quarenta minutos pra me fazer gozar, trancou a porta, me puxou para perto da janela, abriu as persianas, ajoelhou nos meus pés, abriu minha calça, abaixou minha cueca,foi cheirando e lambendo o meu pau, que já estava meio duro, punhentando-o com uma mão e engolindo aos poucos, cada pedaço dele.
Nossa que chupeta, que delicia, como a mulher chupava gostoso, lambia, babava, apertava minhas bolas, apertava minha bunda, engolia e depois chupava só a cabecinha.Claro que não consegui me segurar muito e avisei que iria gozar, ela tirou ele da boca, apertou bem, com as mãos, olhou bem nos meus olhos e disse

-Goza que eu quero seu leitinho gostoso na minha boca.Voltou a chupar, agora mais forte e mais fundo, gozei uma enxurrada naquela boca faminta, ela engoliu o que pode e o resto aparou com as mãos e depois lambeu tudo, quase cai, as pernas ficaram bambas e quando pensei que tinha acabado ela simplesmente me falou que ainda tínhamos tempo para que eu gozasse novamente.Abriu a blusa me mostrando os peitos pequenos, mas bem-feitos, com bicos escuros e pontudos e continuou manipulando meu pau com a mão, puxei ela pra junto de mim, mas ela disse que não, que aquele dia seria somente assim, que ela queria mais porra, pois adorava isso.Abaixou-se novamente, meteu o pau na boca e voltou a chupar agora mais gostoso que da primeira vez, chupava tanto que o pau fazia barulho na sua boca, entrando e saindo
comecei a fuder sua boca, pegando ela pelos cabelos e enfiando o máximo que podia, até não aguentar mais e gozar novamente.Aí não teve jeito, tive que sentar na beira da mesa, senão caía ali mesmo, ela engoliu tudo, chupou ate deixá-lo limpinho e disse que iria querer todos os dias, enquanto estivesse no trabalho, saiu e foi cuidar de seus serviços.Ela ficou connosco mais vinte e sete dias, só não tivemos nada aos domingos, porque até nos sábados eu inventava algo pra ir ao escritório, só pra termos momentos de prazer.E olha que além de uma boca gulosa ela possui um rabo maravilhoso, que provei posteriomente e postarei nos próximos contos.Uma vez ou outra ainda arrumo um jeito de encontrá-la, pois um cusinho como aquele, não se encontra com facilidade não.
REALIZANDO A MINHA MAIOR FANTASIA COM A DRA LENA - PARTE 5
AUTOR - THÉO
A Lena mexia comigo de todas as formas, fui metendo o pau nela, a cada estocada sua boca se abria ainda mais, em gemidos constantes, quando meu pau já estava todo atoladinho nela, ela perguntou no meu ouvido:
---Entrou tudo?
Eu apenas dei um sinal com a cabeça que não, ela então levou sua mão entre eu e ela e achou um espaço, de repente senti sua mãozinha agarrando meu pau, ela disse entre gemidos e soluços:
---Nossaaa.....ainda falta muito....não sei se vou agüentar, estou me sentindo partida ao meio!!!,meu maridinho será que ta vendo tudo isso entrando em mim???
Ai eu disse:
---Você gostaria que ele estivesse próximo, vendo tudo entrar??
Ela deu um sinal de que sim com a cabeça, então do jeito que estávamos quase que atrelados como dois cães, fui virando ela, assim ficamos em uma posição privilegiada para o Ângelo, que podia ver tudo, sem perder nenhum lance, ou melhor, nenhum centímetro de entrada do pau na buceta da mulher dele, neste instante passei a entrar e sair dela, sempre devagar assim ela podia saborear cada estocada, quando saia dela, saia quase todo o pau de dentro dela, mas quando voltava, entrava ainda mais, quando dei por mim ela já engolia todo meu pau...

então Lena começou a dizer frazes sem sentido, apenas entendi que ela chamava seu marido pra junto dela e disse para ele:
então Lena começou a dizer frazes sem sentido, apenas entendi que ela chamava seu marido pra junto dela e disse para ele:
---Obrigado amor, obrigado por você permitir eu sentir todo este prazer....eu vou gozar neste pauzão, que esta me rasgando ao meio....aaiii...que coisa maravilhosaaa...que coisa gostosaaa...vou gooozarrr........Angelooooo.....goza comigo.......
Quando ela disse isso, descolei meu corpo do dela, dando assim espaço para que ele gozasse em cima do rosto dela.
A bucetinha da Lena era bem apertadinha, mas com certeza naquele momento ela estava passando por uma transformação, quando eu saia quase todo de dentro dela, eu podia ver o quanto aquela mulher se encontrava melada, pois meu pau tinha um brilho de secreção vaginal nunca visto por mim, eu bombava na bucetinha dela, mas com estocadas de leve, entrando e saindo, ela devia curtir cada centímetro que entrava e da mesma forma quando saia, ela tinha duas musculaturas na vaginais, uma segurava o pau, eu podia sentir esta musculatura agarrando meu pau como se fosse uma mão cheia de dedos segurando ele e depois o segundo músculo já na portinha, na hora da saída e entrada, quando se estava começando a penetração, era uma delicia a sensação, depois perguntei para ela se ela tinha prática no pampoarismo, mas ela me disse que não, então aquilo com certeza era o natural do tesão do momento, quando menos eu esperava ela anunciou um gozo:

---AiII... tou gozandoooo......gozanddoooo......ai Théo...que delicia, eu tou morrendo... ai Angeloooo,,,,eu vou morrer neste pau, ai que delicia, ai minha vidinha.....coloca seu pau na minha boca, goza na boca da mamãe...!!
Então o Ângelo se aproximou dela e deu o pau para que ela chupasse, mal ela colocou o pau na boca, ele já gozou, enchendo a boca da esposinha de porra, ela bebeu, engoliu tudo, quando ele tirou o pau da boca dela, tava limpinho, parecia até que tinha passado pelo um lava jato, então levantei suas pernas, seu cuzinho ficou bem exposto, peguei uma camisinha, coloquei no meu pau e fui encostando na portinha do seu cuzinho, tenho um creme milagroso que carrego comigo, untei seu cuzinho com o creme, ela disse:
---Ai,geladinho.....!!!o que é isso??
Eu disse :
---Um cremesinho, no inicio ele é gelado, mais em alguns minutos você vai sentir ele quente como brasa!!
Ela outra vez falou:
---Por favor, vá devagar, sou quase virgem ai!!
Eu balancei a cabeça, afirmando para ela que teria muita calma e cuidado, quando forcei a cabeça, ela deu um berro e disse:

---Nãooooo.....aaaaiiiiiii...eu não vouuu...ai meus Deus, não vou conseguir, Théo!!
Eu não disse nada, pois eu estava muito determinando a comer aquele cuzinho. Desde que vi ela pela primeira vez, eu só pensava em foder aquela bundinha de quatro, mas antes tinha que entrar nela naquela posição de papai e mamãe, pois assim ela se acostumaria antes com a penetração, então peguei sua mãozinha delicada e levei até sua bucetinha para que ela ficasse se tocando, enquanto a penetração ia se fazendo, era gostoso ver seu clitóris todo meladinho entre seus dedos, ela lambuzava sua mão na bucetinha, então ela estendeu a mão para mim e disse :
---Vem...chupa meu meladinho!
Então me aproximei dela, ela levou seus dedos a minha boca, agora ela metia seus dedos em minha boca enquanto que com a outra ela se tocava, eu fui cumprindo meu papel, entrando cada vez mais, quando estava a metade em seu cuzinho, ela gozou de novo aos berros, desta vez o Ângelo estava de longe só curtindo este momento, quando ela estremeceu no gozo, aproveitei este momento de relaxo de sua musculatura anal e entrei com tudo, passei a dar leves estocadas, eu também já não agüentava, pois eu estava prestes a gozar naquele cuzinho, com aquele rabinho me apertando o pau, sem que ela me falasse nada, ela tirou meu pau de seu cuzinho e disse:
---Sei que você está preste a gozar, estou vendo em seus olhos....goza na minha cara, me lambuza com sua porra....vem safado,,,,vem me dar seu leitinho....me dá um banho de porra!!!

Hora ela metia ele na boca, hora ela punhetava ele, então não deixei que ela passasse vontade, gozei no rosto dela, tinha porra em sua boca, olhos, nariz, ela ficou com o rosto todo lambuzado de porra, antes que o rosto dela secasse, ela disse ao Ângelo:
---Angelo...meu amor, tira uma foto do meu rosto assim, tenho que mostra para as meninas!
Enquanto Ângelo foi buscar a máquina fotográfica, ela me empurrou no sofá, assim fiquei deitado de barriga para cima, então ela veio por cima, encaixou o pau na bucetinha e foi sentando até o pau sumir todinho dentro dela, ela então passou a fazer um movimento de sobe e desce, ela subia até que o pau sai quase todo de dentro dela, a imagem era fascinante, dele entrando e saíndo, ela disse por varias vezes:
---Goza dentro...goza...goza na bucetinha, que só meu marido gozou até hoje, vem goza,,,goza...faz isso para mim, faz...me faz esta felicidade....me enche de porra.
Nisso o Angelo chega com a câmera, tirou seis fotos do rosto dela e mais umas cinco do pau entrando e saindo dela, então eu gozei nesta hora, ele então fez um filme em que ela ia tirando o pau bem de leve da buceta, acompanhado de uma torrente de porra que caiu nas coxas dela, ela se levantou, andou pela sala peladinha, veio em mim de novo e disse:
---obrigado, hoje sou uma mulher realizada, amada e saciada. Deu beijo em minha boca e disse que ia ao banho, eu fui a um banheiro de hóspede, quando cheguei na sala, ela e marido trocavam carinhos e juras de amor sem fim, o Ângelo abriu a boca dele e contou pra ela nosso joguinho, para que eu pudesse realizar minha fantasia de foder com uma médica em seu consultório,e la deu um sorriso e disse:
---Dois safados cafagestes!!!de quem foi a idéia???
Fiquei calado, ai o Angelo disse:
---Foi minha meu amor, só minha!!!
Ele foi ligou o PC e mostrou a ela meus contos, depois que ela leu 4 contos, ela colocou a mão na boca, digo, o dedo como se maquinasse alguma coisa e disse:
---Estou só um pouco zangada com vocês dois, mas tenho uma proposta a fazer a você Ângelo, vou realizar uma fantasia do Théo, pois pode ser que ele ainda tenha alguma e você não vai poder opinar se sim ou não.
Eu apenas escutei tudo calado, nem pestanejava,e logo também dei meu jeito de ir para casa.
beijusss...
CONTINUA....
CONTINUA....



