Tuesday, October 8, 2013

CONTO - SEDUZINDO OU SEDUZIDO - PARTE 4

SEDUZINDO OU SEDUZIDO? 

                                                            AUTOR- SÉRGIO SENNA

Passei o braço sobre seus ombros e ficamos em silêncio, aos poucos fui descendo a mão e a enlacei pela cintura puxando-a pra mim e colocando ela entre mim e a balaustrada bem na minha frente, a abracei com os dois braços e como ela não era muito baixa a sua cabeça ficou à altura do meu nariz e sua bunda bem colada no meu pau que já estava a meia bomba e continuava a inchar com aquela aproximação, ela notou o volume e se colou mais buscando uma melhor acomodação, desci uma mão e comecei a alisar sua coxa bem devagar e de leve, com a outra mão alisava sua barriga e fui subindo em direção aos peitinhos que estava já excitados, olhei sobre o seu ombro e vi que sua blusa tinha se esticada pra frente ficando marcada pelos bicos pontudos e duros, fui subindo lentamente as duas mão e enquanto uma trazia a saia a outra levava consigo a blusa que subia deslizando pela pele sedosa, quando chegou na altura das popas da bunda a saia prendeu, deslizei a mão pra frente e, a surpresa... meus dedos não encontraram sua calcinha, ela estava sem ela como eu pensei lá dentro antes do jantar, por fim meus dedos encontraram seus pentelhos bem aparadinhos, curtos, lisos e macios onde ficaram a brincar, já a outra mão também estava cumprindo sua missão e acariciava levemente aquelas maçãs intumescidas pelo desejo, baixei a cabeça e beijei seu pescoço.
ela estava elétrica, gemeu e empinou a bunda se roçando em mim, buscando, procurando um contato maior, entendi tudo e puxei sua saia pra cima de vez, liberando as popas da bunda, agora a saia estava enrolada na cintura e ela nua daí pra baixo, enquanto a blusa subia deixando também a mostra os seios, cujos bicos empinaram ainda mais quando foram acariciados pela  brisa fria que começava a soprar.
Continuei a beijar seu pescoço, orelha e lateral do rosto enquanto a acariciava, mas estava também muito excitado e agora não era hora de me conter mais, podia liberar todos os meus instintos e desejos, por isso me afastei um pouco e abri a calça sem que ela ao menos notasse, a caceta saltou imponente pra fora da sua prisão já que também não usava cuecas e se alojou bem no meio das suas popas na junção das coxas, apertei os biquinhos dos peitos e ela gemeu alto empurrando a bunda pra trás e fazendo com que a cabeça da pica deslizasse pra frente e se agasalhasse bem na porta da sua xoxota onde ficou sendo amassada por suas coxas de carnes firmes, mas aveludadas. A enlacei pela cintura e comecei vagarosamente a me mexer fazendo com que a pica deslizasse pra frente e pra trás, roçando na sua xoxota que já estava bem molhada. Ela se ajustava a mim e também mexia os quadris cadenciadamente, a pica desaparecia na regada da sua bunda, deslizava por toda a extensão da xoxota e a cabeça e mais um pouco reaparecia entre suas coxas lá na frente. Quando a cabeça da pica passava entre seus lábios vaginas eu sentia o calor que vinha dali e o líquido viscoso molhava a tora que continuava a empurrar a cabeça até que ela saísse na frente, e os ovos se espremesses no vértice das suas coxas atrás. A excitação nos dominava por completo e eu queria penetrá-la ali mesmo, inclinei-a pra frente e coloquei suas mãos na mureta, com isso sua bunda empinou e sua xoxota ficou bem exposta, puxei a caceta que estava bem na frente e a medida que ela recuava, deslizava entre seus lábios vaginas bem melados, quando a cabeça estava já aparecendo entre as popas da sua bunda senti que se ajustava  na entrada da gruta, quente e melada. Se empurasse, ela sumiria todinha lá dentro. Era agora que eu iria concretizar meu sonho...
- Não Sérgio... Para um pouco... assim não, por favor! – Exclamou ela.
Mas eu não queria ouvir nada, forcei um pouquinho e a cabeça encaixou-se bem na entrada começando a abrir suas carnes. Ela também começou a se deixar levar pelo tesão que a consumia e começou a rebolar as ancas, eu fiquei parado esperando que a iniciativa da penetração partisse dela, mas, talvez querendo prolongar aquele momento mágico, só mexia a bunda e apertava a xoxota, ponpoando a pontinha da cabeça que estava bem encostada na sua gruta. Forcei um pouco e senti que a entrada da sua buceta começou a ceder pra permitir a entrada, se desse somente mais uma empurradinha, a chapeleta saltaria pra dentro se agasalhando no seu interior quente e molhado. Me preparei pra o empurrão final que consumaria tudo segurando-a pelos quadris, quando os cachorros que estavam deitados perto de nós começaram a latir e dispararam correndo pra os fundos da casa, ela ergue-se, me perguntando assustada:
- O que é isso Sérgio? Será que alguém está nos olhando? – Pronto, agora o clima tinha sido quebrado, teria que começar tudo de novo.

- Não, se acalme... Não é ninguém, eles são assim mesmo, latem e correm ao menor movimento, deve ter sido algum bicho. Vamos entrar? Está ficando frio!

- Vamos sim! – E, me segurando pela mão, se encaminhou para a porta do jeito que estava, com a saia na cintura e a blusa enrolada em cima dos peitos tesos e arrepiados, eu também não me fiz de rogado e a acompanhei com a pica bem dura e balançando pra fora da calça.

Com a mão livre soltei o botão que prendia a calça desejando que ela caísse, mas  não aconteceu e quando chegamos junto ao sofá acabei de puxar tudo pra baixo ficando com um bolo de pano enrolado nas canelas, me acomodei e a puxei pra o meu colo abraçando-a, busquei sua boca com ardor e desejo, com as mãos agora livres tratei de tirar a blusa pela cabeça e soltar o fecho da saia tirando-a também por cima. Agora ela estava como em meus sonhos, nua, absolutamente nua e livre, solta, desinibida e com um olhar travesso que prometia loucuras e um sorriso que me convidava pra um mundo de erotismo no qual apesar de muito vivido eu ainda não tinha estado. Eu sabia por expediência que ela não era nenhuma boba em sexo, tinha vindo de uma cidade grande e era moderna, devia ter tido suas aventuras antes de casar como é normal, por isso não precisava me preocupar em lhe ensinar nada.
Alisava demoradamente cada peito com a pontinha dos dedos e depois subia fazendo a mesma coisa nos lábios, orelhas e depois descia agora com a boca sedenta e os mamava delicadamente. Fiz com que se deitasse no sofá tendo a bunda sobre minhas coxas, fazia um pequeno arco com o corpo e com as mãos passei a acariciá-la só com a ponta dos dedos, com uma mão descia até os pés onde pegava cada dedo e com a outra subia até sua cabeça onde me demorava em cada olho, orelha, maçã do rosto, lábios e nuca, pra só então descer novamente pelo pescoço, seios e barriga, enquanto a outra subia por pernas, coxas, pélvis, sem nunca tocar na xoxota, e cintura; senti-a arrepiar a cada movimento, ela suspirava forte e gemia baixinho as vezes.  Depois de certo tempo por vontade dela mesma foi se virando, demonstrando que desejava que a acariciasse não só na frente mas em todo o corpo, primeiro de lado e depois, deitada de bruços em meu colo, peguei seus cabelos e os joguei pra o alto, apertei levemente sua nuca e pescoço, seus olhos estavam levemente

fechados, desci com os dedos só tocando sua pele dourada pelas costas e parei na altura das nádegas, com a outra mão comecei por ali e desci pelas coxas até os pés, pra novamente subir pelas coxas chegando às nádegas onde fiquei acariciando agora com as duas mãos, nunca tinha visto nada mais lindo, sobressaiam redondas, firmes e no meu colo, ainda mais altas que o normal, corria os dedos pela seu rego e abria suas popas lentamente apreciando seu cuzinho escuro que nesses momentos piscava pra só depois, as encostar novamente, isso a estava deixando doida pois se contorcia de leve e apertava os punhos, dando profundos suspiros. Permanecemos assim por longos minutos.
Devagar, por vontade própria ela foi escorregando por minhas pernas até sentar no chão ficando entre meus joelhos, puxou a calça que ainda estava nas minhas pernas e subiu as mãos pelas minhas coxas, tremi na base quando bem de leve pegou na caceta pela base, sempre olhando nos meus olhos e balançou de leve, a cabeça sobressaia em toda a sua pujança, grande e escura, sua mão subiu pela pica até a ponta e desceu novamente pra base onde dessa vez aconchegou também meus ovos. Olhou por um tempo pra tudo aquilo enquanto acariciava e só depois é que disse:
- Nossa Sérgio! Nem nos meus sonhos imaginei que fosse assim! Grandona, hem? Não sei se vou poder lhe satisfazer, acho que mesmo com todo o meu desejo e boa vontade não vou poder agüentar tudo, promete que não vai me fazer sofrer?

- Claro! Deixa de bobagem, acho que você não conhece ainda o seu potencial, agüenta tudo e ainda pede mais, coitado de mim que não vou ter pra te dar...

- Não! Olha só! Tem coisas que não se conta pra ninguém quando se é casada, mas o meu marido não é muito dotado e ele até tem um pouco de vergonha disso apesar de eu lhe ter tido que isso não tem muita importância e que, o que vale mesmo é como se usa e que ele me faz realizada como fêmea, é bem verdade que as vezes desejo mais, tenho desejos loucos e nesses momentos procuro me controlar pra não melindrá-lo... é verdade que não casei virgem mas quando era solteira minhas experiências foram bem poucas pois a vigilância dos meus pais era grande, sabe como é ser filha a única filha mulher, não é?
- Por isso que te digo que você ainda não conhece do que é capaz, só quero que se sinta solta e que faça tudo o que desejar, dê asas à sua imaginação e viva tudo o que puder e quiser. Não se prenda a nada, deixe rolar! Mas lhe peço uma coisa, diga o nome de tudo, adoro mulher que não tem falsos pudores e que gosta de dar o nome certo a cada coisa.

- Você quer isso mesmo?

- Claro!

- Então estou liberada! E se eu quisesse sentar ai em cima dela pra ver até onde vai. Você deixava?

- Deixava sim, embora nesse momento eu deseje outra coisa, um pouco diferente!!! Pra isso que você quer, temos todo o tempo que desejar.

- Posso saber o que é?

- Isso não! Mas posso lhe dar uma pista... sempre achei que você sabia como realizar as fantasias de um homem. Agora ponha a sua imaginação pra funcionar, rsrsrs!

- Hum!!!!  Sérgio, você está me liberando geral, jamais pensei que eu pudesse ousar tanto. Mas ta certo, acho que vou aproveitar as férias e me esbaldar! Rsrsrsrs!

E baixando a boca começou a lamber minhas coxas, uma e outra, alternadamente, subindo e descendo, provocando ondas de desejos que se espalhavam por todo o meu corpo, inclinei a cabeça pra trás e fechei os olhos, entregue àquela carícia que me tomava por inteiro. Deixei rolar, sem contê-la ou dizer mais nada, ela tinha o comando e eu só a seguia. Sua boca subia beijando e lambendo tudo o que encontrava pela frente até chegar a base dos meus ovos onde intensificou as chupadas, hora ou outra, colocava um dos ovos todinho dentro da boca e dava leve chupões me fazendo ter ondas de choques que me percorria o corpo, contive o instinto de preservação que me mandava segurá-la pela cabeça, deixei-a bem a vontade pra fazer o que quisesse e desejasse.
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 Subiu com a língua pelo tronco do cacete lambendo e dando pequenas mordidinhas e ao chegar ao prepúcio lambeu devagar saboreando antecipadamente o que ia fazer, pegou a pica pelo seu pé e balançou de um lado pra o outro, batendo com a cabeça na sua língua, só depois é que colocou na boca, vagarosamente, saboreando e chupando devagar, com suavidade, transmitindo sensações loucas. Eu parado, apreciava tudo, deixei que ela se revelasse, que pusesse pra fora a fêmea que estava adormecida dentro dela e que agora despertava. Tentou engolir toda, mas na primeira tentativa acabou só colocando pra dentro da boca um pouco mais da metade, engasgou e voltou, tentou de novo e dessa vez foi um pouco mais, a cada tentativa voltava à cabeça e a lambia com deleite e prazer, não conseguiu engolir toda, mas uma boa parte, ficou agasalhada na sua boca quente e macia. Tirou tudo e lambeu da base até a cabeça, voltou a chupar. Minha excitação era imensa e eu já estava no pré gozo, mas  não queria derramar ainda e por isso a segurei pelos ombros e levantei ficando com minha boca bem pertinho dos seus pentelhos negros e cheirosos.
Abracei-a pela bunda e cheirei, deslizei a mão por suas nádegas, enquanto aspirava com força e procurava trazê-la pra uma posição melhor, sentei-a no braço do sofá e só então pela primeira vez pude apreciar de perto sua xoxota, não poderia haver nada de mais bonito, o grelo sobressaia um pouco dos grandes lábios que eram inchadinhos, pequena, tão pequena que me fez temer não me caber lá dentro, e estava úmida, abri um pouco mais suas pernas e exalei aquele cheiro característico de fêmea que quer levar pica, ela estava lânguida, meio recostada no espaldar  e totalmente aberta, sem pudores, entregue à carícia que estava por começar, gozando antecipadamente o que eu faria e ela sabia que eu não a decepcionaria, encostei de leve o nariz nos grandes lábios e cheirei devagar, abri a boca e lancei o ar quente da respiração na xoxota, gemeu e se contraiu, passei a língua bem lá embaixo perto do seu cu que piscou duas vezes, subi pela “terra de ninguém”, aquela pelinha entre o cu e a xoxota, e quando cheguei no início dos lábios vaginais, lambi primeiro a virilha de um lado e depois do outro, ela tremia na expectativa do que viria e vez em quando gemia baixinho, fui lambendo de um lado e do outro e subindo sem tocar nas bandas da sua xoxota.
Desci um pouco e parei bem no meio, respirando com a boca e jogando ar quente na chaninha, com a ponta da língua busquei bem de leve a entrada e comecei a pincelar delicadamente, aumentando sua tortura, peguei uma das bandas da sua xota e coloquei na boca fazendo só um pouco de pressão, chupando, depois foi a vez da outra, desci novamente pra entrada da gruta e meti a língua de novo, dessa vez um pouco mais fundo, ela jogou a xota na direção do meu rosto, dando a entender que queria mais fundo, não a atendi e afastei a boca indo de vez pra o seu grelo que peguei com os lábios e dei uma chupadinha, ela quis fechar as pernas, tremeu e deu um gritinho de surpresa bem mais alto, continuei devagar, chupando, enquanto acariciava suas bandas com a língua.
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Coloquei tudo dentro da boca e fui passando a língua em toda a extensão da xoxota, desde a entradinha, onde metia a ponta da língua até o grelo que estava duro e escuro. Mamava aquela xoxota com ritmo lento, mas constante, não queria que ela gozasse rápido ou talvez que nem mesmo gozasse, ela era ainda um mistério que eu queria decifrar por inteiro, tem mulheres que depois que gozam precisam de um tempo pra entrar no clima de novo, e ainda não sabia como ela era. Com as mãos acariciava seus seios apertando de leve os biquinhos, quando intensifiquei um pouco mais a pressão da mamada em seu grelo ela começou a contrair o púbis, e gemer alto:
- Aiiii Sérgio! Como é bom issssoooo!!! Chupa mais, chupa!!!! Como é gostoso!!!! Como você sabe maltratar uma mulher!!! Chupa gostoso, que língua gostosaaaaa!!! Como tua boca é quente, chupa tudo! Chupaaaaa!!! Em tantos anos de casada eu só ganhei esse presente poucas vezes, e gosto tantooooo!!!!!!!! E nem chegava aos pés disso aquiiiiii! Chupa minha xoxota, meu tesssssãooooo!!!! Me chupa toda... Vai!!! Chuuuppaaaa!! Aaaaaaiiiiiii!!!!! - E estendia as letras e palavras quando eu apertava seu carocinho com a boca.

Mas eu ainda não queria que ela gozasse e continuei a chupada intensificando,  diminuindo e até parando o ritmo quando via que ela tava chegando perto da explosão final, queria que ela se entregasse por completo, que não tivesse mais nenhum pudor que viesse atrapalhar aqueles dias que eu queria transformar em uma orgia inesquecível, por isso fiquei naquele ir e vir, até que vi que ela não suportaria mais muito tempo sem gozar, pois o intervalo entre suas tremidas pélvicas que indicam a chegada do prazer supremo, diminuía entre uma e outra e ela estava totalmente encharcada, só não escorria para o sofá porque minha boca sedenta não deixava escorrer nada. Quando notei que não ia conseguir controlar mais a chegada do seu gozo, a levantei rápido, coloquei de quatro com a cabeça apoiada no lugar onde estivera recostada com a bunda toda arrebitada pra cima, e me preparei para consumar o que tanto desejava, encostei a chapeleta na entradinha da xoxota e pincelei por toda a extensão da xoxota, pra cima e pra baixo algumas vezes, pra lubrificar, sabia que ela não ia agüentar fácil a primeira metida, minha chapeleta é bem desenvolvida e isso dificulta um pouco, por isso, segurei firme em seus quadris, pressionei devagar e comecei a meter... Ela gemeu fundo!!!
                                    
Pressionei devagar e senti que ela ia se alargando pouco a pouco permitindo que a cabeça da pica começasse a entrar, tirava e botava novamente tentando ir mais um pouco de cada vez, mas quando chegou na hora de entrar a parte final da cabeça travou mesmo, não sei se por medo, receio ou outro motivo qualquer, mas não entrou mais apesar de bem lubrificado, fui devagar acariciando sua bunda e com a outra mão pegava nos seus peitos, ela só gemia baixinho, sabia que não podia se furtar aquilo, tinha vindo pra trepar e sabia que ia ter que trepar além de também desejar muito, não iria ser uma dificuldade daquela que a impediria de concretizar o objetivo.
- Tá doendo? Quer que pare? - Perguntei por delicadeza, mesmo sabendo que não pararia nem que a casa pegasse fogo.

- Tá doendo um pouco, mas não para, agora ou daqui a pouco eu vou ter que agüentar mesmo, e embora seja grossa e grande é macia. Bota mais um pouco!



Com esse incentivo não me fiz de rogado e dei a estocadinha que faltava pra cabeça da pica pular pra dentro, gritou e quis escapar jogando o corpo pra frente mas estava bem presa pelas minhas mãos e sua cabeça estava encostada no sofá, não tinha pra onde ir, senti que a buceta se dilatava ao máximo pra deixar passar a cabeça da pica e depois fazer em torno dela um anel apertado.


CONTINUA....