Wednesday, September 25, 2013

UMA SERVIÇAL PARA TODOS OS SERVIÇOS - 1


AUTOR-DINHO


Eu trabalho aqui em São Paulo, sou gerente financeiro de uma grande empresa no ramo de cosméticos, tenho uma vida muito atarefada, reuniões demoradas, com muitos compromissos diários, normalmente não tem um dia, que eu consiga uma folga pra ficar de bobeira.Aquela quarta-feira parecia ser diferente, peguei um café, me recostei na janela e fiquei pensando no amanhã, enquanto saboreava aquele cafezinho, de repente me entra na sala, dona Beth, ou melhor, dona Elizabeth, uma senhora de trinta anos, casada, mãe de duas meninas, morena, cabelos pretos na altura dos ombros, uma bunda digna de punhetas homéricas, peitos pequenos e uma boca carnuda… uma pele um pouco castigada pelo tempo e um corpo encoberto pelo uniforme da empresa de limpeza, puxando um aspirador de pó, duas flanelas e um spray na mão, parecia ser produto de limpeza, me cumprimentou e eu lhe respondi.Fui saindo pro outro lado da sala, quando me avisou que estaria cobrindo as férias da dona Vera, a senhora da limpeza, lhe desejei boas vindas e me retirei.No segundo dia de trabalho, eu estava encostado na janela e com o pensamento longe, quando de repente, ela veio em minha direção, e disse algo que eu não percebi, ela chegou perto, me olhou nos olhos e disse que pela minha cara eu só podia estar pensando em sacanagem.Realmente eu não estava, mas dei uma risada e disse a ela que estava pensado em transar ali, encostado naquela janela com o pessoal lá embaixo andando, não sei da onde saíram àquelas palavras, mas que saíram da minha boca, com certeza sairam.A mulher pirou e olhou pra mim com uma cara de puta, os bicos dos peitos quase furando o uniforme e ela ainda me disse que se fosse mais cedo, antes do pessoal chegar ao trabalho, até teria coragem de fazer isso.No dia seguinte, cheguei uma hora mais cedo no trabalho e quando ela me viu sorriu… veio em minha direção e me disse que tinha quarenta minutos pra me fazer gozar, trancou a porta, me puxou para perto da janela, abriu as persianas, ajoelhou nos meus pés, abriu minha calça, abaixou minha cueca,foi cheirando e lambendo o meu pau, que já estava meio duro, punhentando-o com uma mão e engolindo aos poucos, cada pedaço dele.

 
Nossa que chupeta, que delicia, como a mulher chupava gostoso, lambia, babava, apertava minhas bolas, apertava minha bunda, engolia e depois chupava só a cabecinha.Claro que não consegui me segurar muito e avisei que iria gozar, ela tirou ele da boca, apertou bem, com as mãos, olhou bem nos meus olhos e disse


-Goza que eu quero seu leitinho gostoso na minha boca.Voltou a chupar, agora mais forte e mais fundo, gozei uma enxurrada naquela boca faminta, ela engoliu o que pode e o resto aparou com as mãos e depois lambeu tudo, quase cai, as pernas ficaram bambas e quando pensei que tinha acabado ela simplesmente me falou que ainda tínhamos tempo para que eu gozasse novamente.Abriu a blusa me mostrando os peitos pequenos, mas bem-feitos, com bicos escuros e pontudos e continuou manipulando meu pau com a mão, puxei ela pra junto de mim, mas ela disse que não, que aquele dia seria somente assim, que ela queria mais porra, pois adorava isso.Abaixou-se novamente, meteu o pau na boca e voltou a chupar agora mais gostoso que da primeira vez, chupava tanto que o pau fazia barulho na sua boca, entrando e saindo

 comecei a fuder sua boca, pegando ela pelos cabelos e enfiando o máximo que podia, até não aguentar mais e gozar novamente.Aí não teve jeito, tive que sentar na beira da mesa, senão caía ali mesmo, ela engoliu tudo, chupou ate deixá-lo limpinho e disse que iria querer todos os dias, enquanto estivesse no trabalho, saiu e foi cuidar de seus serviços.Ela ficou connosco mais vinte e sete dias, só não tivemos nada aos domingos, porque até nos sábados eu inventava algo pra ir ao escritório, só pra termos momentos de prazer.E olha que além de uma boca gulosa ela possui um rabo maravilhoso, que provei posteriomente e postarei nos próximos contos.Uma vez ou outra ainda arrumo um jeito de encontrá-la, pois um cusinho como aquele, não se encontra com facilidade não.